O que é cloroquina?

O que é cloroquina?

21 de maio de 2021 0 Por Jonathan Silva

Muito se houve falar sobre cloroquina, mas nem todos sabem o ela realmente é ou de onde é extraída. Clique para prosseguir a leitura.

Cloroquina é um medicamento usado no tratamento e profilaxia de malária em regiões onde a malária é susceptível ao seu efeito.
Em alguns tipos de malária, as estirpes resistentes e casos complicados geralmente se fazem necessário administrar outros medicamentos.
É um medicamento de administração via oral.
Em meados de 2020, a cloroquina e a derivada hidroxicloroquina foram testadas para o tratamento de infecções por Sars-CoV-2, os estudos comprovando que estas drogas não são eficazes contra essa doença.

Os efeitos adversos da cloroquina incluem visão turva, náusea, vómito, dores abdominais, dor de cabeça, diarreia, tornozelos/pernas inchadas, respiração curta/dificuldade para respirar (dispneia), lábios/unhas/pele pálida, fraqueza muscular, sangramentos ou hematomas, problemas de audição, e problemas de natureza mental. Outros efeitos mais raros incluem problemas cardiovasculares e alterações no sangue.

  • Movimentos involuntários (incluindo espasmos da língua e do rosto).
  • Surdez e zumbidos.
  • Náusea, vômitos, diarreia, dores abdominais.
  • Dor de cabeça.
  • Alteração de humor e mudanças mentais (tais como confusão, mudança de personalidade, pensamentos/comportamento estranho, depressão, sensação de estar sendo observado, alucinações).
  • Sérios sinais de infecção (tal como febre alta, calafrios profundos, e dor de garganta persistente)
  • Coceira de pele, mudanças no tom de pele, perda de cabelo, e erupções cutâneas.
  • Coceira em virtude ao uso da cloroquina é muito comum entre os negros africanos (70%), mas muito menos comum em outras etnias. Aumenta-se a probabilidade com a idade, e costuma ser tão intensa que pode fazer com que o tratamento com a droga seja interrompido. É mais evidente durante o tratamento da malária; sua severidade justifica-se pela presença da carga parasitária da malária no sangue. Há evidências indicando que há uma base genética relacionada ao sistema de ação da cloroquina dos seus receptores opiáceos central ou periféricos.
  • Gosto metálico na boca.
  • Isso pode ser evitado com o uso da fórmulas de emulsão que alteram o gosto da medicação.
  • Retinopatia por cloroquina.
  • Mudanças no eletrocardiograma (ECG).
  • Isso manifesta-se como distúrbios de condução (bloqueio atrioventricular do primeiro grau e bloqueio atrioventricular), ou cardiomiopatia – frequentemente em conjunto com hipertrofia, fisiologia restritiva e insuficiência cardíaca congestiva. Essas alterações podem ser irreversíveis. Há apenas dois casos relatados em que foi necessário um transplante de coração, sugerindo que esse risco em particular, é muito pequeno. A microscopia eletrônica de biópsias cardíacas mostra corpos de inclusão citoplasmáticas patognomônicas.
  • Pancitopenia, anemia aplástica, agranulocitose reversível, baixa contagem de plaquetas, neutropenia.

No setor da indústria farmacêutica, a cloroquina é extraída de cascas de frutas cítricas.